Mestre: Albano Ramos: diferenças entre revisões

Fonte: Jogo do Pau Português
 
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== Sobre ==
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Mestre '''Albano Ramos''' foi um jogador de reconhecida reputação da escola de [[Estilo_de_Jogo:_Fafe|Fafe]], sendo natural do Bairro de São Jorge, localidade historicamente associada a diversos praticantes do [[Jogo do Pau Português]].
Mestre '''Albano Ramos''' foi um jogador de reconhecida reputação da escola de [[Estilo_de_Jogo:_Fafe|Fafe]], sendo natural do Bairro de São Jorge, localidade historicamente associada a diversos praticantes do Jogo do Pau Português.


Embora a documentação atualmente conhecida sobre a sua vida seja escassa, o seu nome surge referido entre os mais destacados jogadores da região de Fafe durante o século XX, ao lado de [[Mestre: Serafim («Tripa»)|Serafim Tripa]] e [[Florêncio Ribeiro Mota («Tripa»)|Florêncio Tripa]].<ref name="Marinho2001">MARINHO, Júlio Alves, ''A memória do jogo do pau - José Queo'', Associação Cultural Portugaise, 25 de Janeiro de 2001.</ref>
Embora a documentação atualmente conhecida sobre a sua vida seja escassa, o seu nome surge referido entre os mais destacados jogadores da região de Fafe durante o século XX, ao lado de [[Mestre: Serafim («Tripa»)|Serafim Tripa]] e [[Florêncio Ribeiro Mota («Tripa»)|Florêncio Tripa]].<ref name="Marinho2001">MARINHO, Júlio Alves, ''A memória do jogo do pau - José Queo'', Associação Cultural Portugaise, 25 de Janeiro de 2001.</ref>
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* [[Mestres|Mestres do Jogo do Pau]]
* [[Mestres|Mestres do Jogo do Pau]]
== Referências ==

Edição atual desde as 10h33min de 8 de junho de 2026

Nascimento (+/-) 1900
Morte (+/-) 1980
Nacionalidade Portuguesa
Naturalidade Bairro de São Jorge (Fafe)
Escola Fafe

Sobre

Mestre Albano Ramos foi um jogador de reconhecida reputação da escola de Fafe, sendo natural do Bairro de São Jorge, localidade historicamente associada a diversos praticantes do Jogo do Pau Português.

Embora a documentação atualmente conhecida sobre a sua vida seja escassa, o seu nome surge referido entre os mais destacados jogadores da região de Fafe durante o século XX, ao lado de Serafim Tripa e Florêncio Tripa.[1]

A sua inclusão entre os principais representantes da escola fafense demonstra o reconhecimento que alcançou entre os praticantes locais e sugere uma participação ativa na preservação e transmissão da tradição regional do Jogo do Pau numa época em que esta prática mantinha ainda forte implantação nas freguesias rurais do concelho de Fafe.[1]

Até ao momento não foram identificados registos que permitam determinar com precisão a sua data de nascimento, falecimento ou a linhagem técnica através da qual adquiriu os seus conhecimentos, permanecendo estes aspetos por esclarecer através de futura investigação histórica.

Publicações onde é citado

« Não esquecendo três grandes jogadores: Serafim Tripa de São Martinho de Silvares, Florêncio Tripa e Albano Ramos do Bairro de São Jorge.

Um domingo quando ia para o treino de futebol, no ano de 1954, por volta das 8:00 da manhã, encontrei quatro homens a jogar ao pau, Mestre Quéo e três irmãos António, José e Custódio, conhecidos por “os Moleiros”. (...)

A partir dessa data, continuei até ao ano 1964. Durante esse tempo passaram mais de 150, e quando a equipa fazia demonstrações encontrava-se com 20 a 30 jogadores.

Podemos salientar outros grandes jogadores: Joaquim Lopes e seu filho Valdemar, António Lopes, João Lopes, e seu filho Mário, Serafim Tripa e sua filha Maria do Carmo, Florêncio Tripa e António Chambeta.»
MARINHO, Júlio Alves, A memória do jogo do pau - José Queo, Ass. Cul. Portugaise, 25 Janeiro 2001 (ler o artigo)

Conhecimentos técnico

Mestres onde obteve conhecimentos técnicos do Jogo do Pau português:

  • Mestre desconhecido
Linhagem de Mestres (Link externo) Toda a escola de Fafe (Link externo)

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Ver também

Referências

  1. ↑ 1,0 1,1 MARINHO, Júlio Alves, A memória do jogo do pau - José Queo, Associação Cultural Portugaise, 25 de Janeiro de 2001.