Artigo: O Jogo do Pau na Macaronésia: diferenças entre revisões
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O texto começa com a experiência inicial do autor em Tenerife, onde representou o Jogo do Pau da Ilha Terceira (Açores), destacando o intercâmbio cultural entre praticantes dos Açores, Portugal continental, Canárias, Sicília, País Basco e Venezuela. Sublinha-se o acolhimento caloroso, as trocas de conhecimentos e as semelhanças e diferenças técnicas entre estilos. | O texto começa com a experiência inicial do autor em Tenerife, onde representou o Jogo do Pau da Ilha Terceira (Açores), destacando o intercâmbio cultural entre praticantes dos Açores, Portugal continental, Canárias, Sicília, País Basco e Venezuela. Sublinha-se o acolhimento caloroso, as trocas de conhecimentos e as semelhanças e diferenças técnicas entre estilos. | ||
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Revisão das 12h34min de 11 de agosto de 2025
Sobre
- Relevância: ★★☆
- Título: O Jogo do Pau na Macaronésia
- Autor: Mestre: Luís Bernardo
- Publicação: 13 de Maio de 2025
O artigo é um relato pessoal da participação do mestre Luís Bernardo, em 2007 e novamente em 2025, em encontros internacionais de Jogo do Palo Canário nas Canárias.
O texto começa com a experiência inicial do autor em Tenerife, onde representou o Jogo do Pau da Ilha Terceira (Açores), destacando o intercâmbio cultural entre praticantes dos Açores, Portugal continental, Canárias, Sicília, País Basco e Venezuela. Sublinha-se o acolhimento caloroso, as trocas de conhecimentos e as semelhanças e diferenças técnicas entre estilos.
Há destaque para mestres importantes, como Juan Cabrera Machín, referência do estilo Quinteiro da Ilha de Hierro, cuja vitalidade surpreendeu numa demonstração memorável. O autor também relembra o papel de mestres açorianos como Francisco Borges e a importância de manter viva a transmissão da arte.
Na visita de 2025, o autor regressa com o tema “Experiencias en la difusión y transmisión del Juego del Palo”, acompanhado por jovens discípulos da nova geração açoriana. É feita uma homenagem aos mestres já falecidos e salienta-se o elo histórico-cultural entre Açores e Canárias, visível na língua, música, costumes e até apelidos.
O texto aborda ainda a origem do Palo Canário entre os Guanches, sua evolução de prática guerreira para atividade festiva, e a diversidade de estilos consoante o tamanho do pau e a ilha. Autoridades locais e organizadores reforçam o compromisso com a preservação e modernização destas tradições.
Conclui realçando que o evento foi uma celebração de tradição, aprendizagem e amizade, e que o Jogo do Pau, seja açoriano ou canário, continua vivo, cruzando gerações e fronteiras.
Artigo
Artigo escrito pelo Mestre Mestre: Luís Bernardo.
Ver também
- Sobre o autor, mestre Luís Bernardo
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