Guerra Civil e lutas liberais

Fonte: Jogo do Pau Português
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Sobre

A Guerra Civil Portuguesa (1832-1834) foi um conflito entre liberais, liderados por D. Pedro, e absolutistas, liderados por D. Miguel, sobre a sucessão ao trono e o regime político de Portugal. O conflito resultou na vitória dos liberais, que estabeleceram uma monarquia constitucional, mas a sua instauração foi um processo conturbado que envolveu perseguições e exílios, marcado por divisões internas entre diferentes facções liberais e o descontentamento da sociedade mais rural, que permaneceu alheia ao novo regime[1].

Na Guerra Civil e nas lutas liberais entre D. Pedro e D. Miguel. Alguns tornam-se mercenários, o que equivale a dizer que abandonaram o código de honra dos jogadores de pau e que, a troco de dinheiro, batiam em gente indefesa, com o objectivo de fazer calar os opositores de quem lhes pagava. Estes, que se tinham esquecido que jogar o pau tinha as suas regras e princípios e não era uma arte de cacetada, para bater vemo-los durante o pouco tempo que durou a Monarquia do Norte - um movimento, nascido no Porto, que tinha como objectivo restaurar a monarquia. Os homens de acção eram os conhecidos "trauliteiros", embora nem todos usassem o pau, mas facas e pistolas para espancar ou matar os republicanos.

Os "trauliteiros" eram acima de tudo mercenários que usavam o pau sem qualquer regra ou princípio. Generaliza-se como movimento durante a Monarquia do Norte. Este período revolucionário, nascido no Porto, durou apenas 25 dias[2].

Links externos

Ver também

Referências

  1. ↑ https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Civil_Portuguesa_(1832-1834)
  2. ↑ SOARES, Jacinto, Retalhos históricos, urbanísticos e culturais da nossa cidade. Livro IV, Subsídios para a sua monografia, Ermesinde, 2024