Mestre: Joaquim Baú

Nascimento | (+/-) 1810 |
Morte | (+/-) 1890 |
Nacionalidade | Portuguesa |
Naturalidade | Marco de Canaveses |
Escola | Norte |
Sobre
Mestre Joaquim Baú que era natural de Marco de Canaveses, viveu largo tempo na Golegã e não obstante os seus 80 anos ainda jogava o pau em várias terras do pais, tais como, Espinho, Lisboa, Guimarães, Coimbra, Porto, Golegã e outras terras.
Vivia de donativos em troca de lições de jogo do pau. Não tinha uma residência fixa, mas sim uma vida ambulante que o fazia andar de terra em terra.
Foi um grande jogador e um mestre de grande competência, contemporâneo do mestre José Maria da Silveira (O Saloio)[1].
Conhecimentos técnico
Mestres onde obteve conhecimentos técnicos do Jogo do Pau português:
- Mestre desconhecido
Linhagem de Mestres (Link externo) | Toda a escola de Lisboa (Link externo) |
---|---|
|
|
Faça duplo clique sobre o nome do Mestre para abrir o seu perfil. Abaixo de cada um, é indicado o período da sua prática (com possível margem de erro), podendo também faltar Mestres ainda não identificados ou introduzidos na nossa Wikipédia |
Publicações onde é citado
« (...) Carlos Relvas (...) contratou vários mestres, provinientes de diversos pontos do país (...) Estes mestres, entre outros, terão sido o próprio José Maria da Silveira, Domingos Valente de Couras (Salréu), António Pereira Penela (1838-1908), e Joaquim Baú (contemporaneo do "Saloio), de Marco de Canavezes, mestre itenerante e que vivia do pagamento das lições dadas pelo pais. O que testemunha uma influência directa da técnica de Lisboa em alguns dos jogadores e posteriores mestres do Ribatejo. (...) Contemporâneos a José Maria da Silveira (...) e Joaquim Baú, que se deslocava, montado, pelo país, e vivia das lições, dadas em Terras de Basto, Coimbra, Golegã entre outros locais, para além de Lisboa; (...)
» |
« Mestre Joaquim Baú que era natural de Marco de Canaveses, viveu largo tempo na Golegã e não obstante os seus 80 anos ainda jogava o pau em várias terras do pais, tais como, Espinho, Lisboa, Guimarães, Coimbra, Porto, Golegã e outras terras. Vivia de donativos em troca de lições de jogo do pau. Não tinha uma residência fixa, mas sim uma vida ambulante que o fazia andar de terra em terra. Foi um grande jogador e um mestre de grande competência, contemporâneo do mestre José Maria da Silveira (O Saloio) (...) Nas suas vastas propriedades (de Carlos Relvas) na Golega estiveram os mestres: José Maria da Silveira, António Pereira Penela, Joaquim Baú, José Florêncio (de Tagarro) e ainda outros, sendo com estes mestres que Carlos Relvas adquiriu grandes conhecimentos da esgrima do pau. (...) Mestre Artur dos Santos (...) Seus Mestres foram, Pedro Augusto da Silva, Joaquim Baú e José Maria da Silveira, (...)
» |
« (Carlos Relvas) Fez vários convites (...) Outro mestre acorreu à chamada de Carlos Relvas: Joaquim Baú, de Marco de Canavezes, que era um tremendo jogador que não obstante a sua avançada idade de oitenta anos, figurava como um novo, no-lo afirmou por ocasião do S. Martinho um velho servidor da casa Relvas.
»
|
Galeria de imagens
Foto tirada por Carlos Relvas ao Mestre Joaquim Baú em 1870/80
Ver também
Referências
- ↑ CAÇADOR, António Nunes, Jogo do Pau: esgrima nacional, Lisboa: ed. Autor, 1963 (sobre o livro)